Xiii… Governo no controle

Os bancos controlados pelo governo iniciam movimento de queda das taxas de juros. Pelo menos foi o anunciado. A manchete principal do Globo de hoje é essa.

Resta esperar e ver se vai mesmo ocorrer tal queda por parte do Banco do Brasil, banco de capital misto, porém com controle do governo, e da Caixa Econômica Federal (banco público).

A intenção dessa forçada dos mandatários do país é diminuir o spread bancário e fazer com que outros gigantes, como Bradesco, Itaú, Santander façam o mesmo. A medida incentiva o consumo por ser mais fácil tomar empréstimo.

Até aí tudo bem. Num primeiro momento todo mundo fica feliz. O caboclo vai se endividar mais e, acaba mesmo, aquecendo a economia. Heterodoxos gozam de felicidade. Eu também serei beneficiado nessa primeiro momento.

Porém, na vida existem trade-offs. Uma contrapartida é que tal aquecimento do consumo com crédito farto pode aumentar a inadimplência e fortalecer a inflação.

Outro ponto é a queda nas receitas dos bancos e, consequentemente, dos seus lucros. Sair de uma cobrança de 14% para 3% ao mês é um movimento grande. Se os bancos passarem dificuldade, vai deixar quebrar ou eu vou salvá-los de novo?

29 comments so far

  1. andrebona on

    É contrangedor pra mim falar sobre esse assunto sendo empregado de uma das instituições. O fato é que no caso do BB, por ser de economia mista, com ações em bolsa, listada no Novo Mercado, a interferência governamental é um péssima.

    Aí voltamos aquela velha discussão: qual é o objetivo de um governo? qual é o objetivo de uma empresa? qual é o objetivo de um investidor?

    O fato é que o governo “cagou” para tudo o que é mercado e enfiou o dedo no meio do BB. A Caixa, não é economia mista, então tudo bem. Mas no BB, é péssimo.

    Quer reduzir juros? Acabe com a parcela fixa da poupança e continue derrubando selic! Meter a mão dentro do BB é uma afronta e um retrocesso tremendo!!! É uso político. Muito escroto isso!

  2. andrebona on

    A brilhante solução social do governo para a crise é aumentar o endividamento das pessoas e alavancar todo mundo? E acha que isso é bom? Já vimos isso com um outro país, que é o maior do mundo e foi a bancarrota…

  3. Bender on

    Eu não sou empregado, mas também trabalho para uma Instituição ‘mista’ controlada pelo governo. O uso político é frequente. Tanto nas grandes decisões como no nosso dia-a-dia. Bicho, a dívida da petroleira é gigantesca.

    “voltamos à velha discussão”
    É isso! Esse é o ponto quando linkei o outro post que fala do lucro do BB e os comentários do jornalista de esquerda.

    O que eu quero ver é se vão levar a medida a frente mesmo. Essa redução que estão anunciando é cavalar. Se for feita dessa forma terá efeitos.

    Diminuir juros pro maluco se endividar comprando carrão, roupa mais cara e ir a restaurante chiques é complicado. A CEF, por exemplo, é imbatível nos juros de financiamento habitacional. Acho isso positivo.

    “Já vimos isso com um outro país, que é o maior do mundo e foi a bancarrota”
    O que os caras dizem é que tal medida fará com que o mercado como um todo baixe os juros. Logo eles, que não acreditam no mercado…

    • andrebona on

      Sobre o credito imobiliário, já peguei no BB alguns casos de portabilidade, que o BB comprou financiamento da CEF, manteve prestação e o cara ainda embolsou uma bela grana…

  4. Bender on

    BROADCAST
    11:33 CAIXA ANUNCIA REDUÇÃO DE JUROS P/ PESSOAS FÍSICAS E PEQUENAS EMPRESAS

    São Paulo, 9 – A Caixa Econômica Federal anunciou na manhã desta segunda-feira um corte nos juros nas linhas de credito para pessoa
    física e micro e pequenas empresas. No cheque especial, por exemplo, a taxa baixou 67% para até 1,35% ao mês. No financiamento de
    veículos, caiu para 0,98%. Nas linhas em que os juros ficaram menores, o banco espera liberar R$ 71 bilhões entre abril e dezembro.

    As medidas atingem 25 milhões de clientes do banco. Com o corte, a Caixa espera liberar R$ 10 bilhões em empréstimos para pequenas
    empresas. Ao todo, o banco prevê liberar no credito R$ 300 bilhões este ano, numero 24% maior que em 2011.

    O presidente da Caixa, Jorge Hereda, destaca que é a maior redução de juros do banco e que a estratégia vai fazer o banco ganhar
    mercado. “É importante ser competitivo, tanto para não perder clientes como para ganhar”, disse durante entrevista com a imprensa. O
    executivo destacou que na época da crise financeira mundial, o banco tinha 6% do mercado, fatia que chegou a 12,6% no final de 2011.
    “Queremos aumentar essa participação e ter a terceira maior carteira de credito do mercado.”

    Desde a noite da última quinta-feira, o banco público vinha veiculando um comercial na TV com a atriz Camila Pitanga informando que hoje
    anunciaria uma redução nos juros.

    O Banco do Brasil cortou suas taxas na última quarta-feira. Na media, a redução foi de 35%. O BB fez cortes em linhas como financiamento
    de veículos, cartões e para pequenas e médias empresas.

    O corte nos juros do BB e da Caixa faz parte de uma estratégia do governo para estimular o consumo interno pelo aumento do credito. O
    objetivo também é fazer com que os bancos privados sigam os públicos e cortem juros, para não perderem mercado. (Altamiro Silva Junior)

    Vou aproveitar o horário do almoço a passar na minha agência já que sou cliente do BB. Vou me endividar pra quitar o carro e pagar menos.

    • andrebona on

      Fiz uma simulação de veículo no site do BB. De fato, as taxas dessa modalidade diminuíram. Interessante que pelo menos nesse, há um lastro, por mais trabalhoso que seja executar uma inadimplência dessa natureza.

  5. Bender on

    Aê Bona, to com uma simulação aqui feita numa agência da Caixa que está esquisita.
    Consta que os juros são de 20% ao ano. Para o mesmo principal da minha dívida (com juros de 5% ao ano) e prestações similares, a quantidade de parcelas é menor (!!!). Será que esse diferencial todo são seguros e taxas embutidas no meu financiamento?
    Sacou?

    Depois vou lá na Caixa entender isso melhor também.

  6. Adm.William César on

    .

  7. andrebona on

    Cara, tem que ver. Tem algumas situações. Primeiro, tem o juros anual e o CET, que é o custo efetivo, que é o total dos juros. Poderia ser isso? Não sei, tem que ver. De qualquer forma, a conta dos juros cobrada pelo banco realmente não inclui o IOF. Tipo, vc faz a simulação com 30 mil, exemplo, mas vai ser 30 mil e 500 (por exemplo) sendo que 500 é IOF e 30 cai na sua conta. Mas vc tá se endividando em 30 e 500. Os seguros podem ser praticados de duas formas: ou em parcelas mensais, ou a vista. Se for a vista, segue o mesmo principio do IOF. Adiciona-se ao total do valor tomado, quitando-o a vista e ele fica inserido na parcela do financiamento. Ou seja, neste caso, além de contratar o seguro, você está financiando ele… rs… com juros.

    Essa simulação é no site?

    • Bender on

      Não. Foi uma simulação que peguei num posto avançado da CEF que colocaram aqui no térreo do prédio que trabalho, com essa propagandada toda da queda dos juros. Como estava com pressa peguei o papel pra ver depois.

      Olhando com alguma atenção vi que a taxa indicada 1.6%am (21%aa) na simulação não condiz com financiamento que tenho que diz no contrato taxa de juros de 5%aa, pelo valor e quantidade das prestações. Por isso tenho que voltar lá e fazer umas perguntas pro cara. Mas não tive tempo nessa semana. Fica pra próxima.

      • andrebona on

        Cara, o seu 5% a.a. não é + alguma coisa? TJLP, etc?

        Essa de 1,6% am tá parecendo CDC… não crédito imobiliário.

  8. Bender on

    O meu é 5%aa + TR. Por isso acho que tem coisa embutida ali.

    Ainda nao tive tempo de passar na Caixa pra tirar minhas duvidas. Vou ver isso e volto aqui.

    • andrebona on

      Calcula na HP o custo financiado e parcela e chega na taxa real. Minha casa minha vida?

      • Bender on

        é do programa do Lula mesmo. Aproveitamos uma boa oportunidade.

        Nao da para fazer o calculo dessa forma pois é sistema SAC. Ou seja, prestaçoes descrescentes. Fiz o fluxo numa planilha, esta batendo.

        O que eu quero ver na CEF é se posso diminuir ainda mais os juros que estou pagando trocando de financiamento. Vou ver essa porra e de repente sai até um outro post.

  9. Bender on

    Aê Bona, a mulé da Caixa disse que eu não posso trocar de financiamento, dado que uma vez pactuada aquela taxa, é essa que vale para o meu financiamento.

    “então por que na propaganda está escrito COMPRAMOS SUA DÍVIDA?” – argumentei.

    Ela explicou que isso só serve se a minha dívida fosse em outro banco.

    Pedi, então, para ela fazer uma simulação de empréstimo com essas novas taxas de juros mais baixas exatamente no valor do meu saldo devedor. Ela fez, mas insistiu que eu não poderia usar isso para quitar minha atual dívida e ficar com o outro financiamento pagando menos juros.

    Minha conclusão: vou em outra agência da Caixa pedir o financiamento mas sendo menos sincero.

    • andrebona on

      Isso aí é assim mesmo né, Bender. Imagina: o banco tem uma taxa pactuada com você em contrato. Ele não vai simplesmente REDUZIR os valores do mesmo contrato. Indo em outra agência não vai adiantar nada. E no minha casa minha vida, a CEF monopoliza total.

      O que você poderia tentar fazer, é o seguinte: ir no BB, verificar se consegue taxa melhor e fazer a portabilidade se for o caso. Nesse nível de montante, o BB não é tão competitivo. Mas é uma tentativa.

      Outro ponto também que deve ser considerado, é o IOF. As vezes, mesmo com uma taxa menor, você pagará o IOF NOVAMENTE. E isso, encarece a operação.

      Nesse caso, é aquele dilema paradoxal:

      1) Vc que não é cliente da minha empresa, estou oferecendo condições incríveis e melhores. vem pra cá!

      2) Vc que já é cliente, se fodeu, otário!

      O argumento de um bom vendedor quanto a esse questionamento é: as negociações ocorrem no momento do mercado. Se os juros estivessem subido, seu contrato também estaria resguardado… enfim… argumento, argumento e argumento…

      • Bender on

        O “vou em outra agência” foi forçada minha. Pode ser na mesma com outra atendente com maior treinamento no atendimento ao cliente.
        Mas tem jeito sim, Bona.

        O “my home my life” é um financiamento imobiliário como outro qualquer. São os mesmos documentos que vc tem que apresentar, mesma forma de pagamento, mesmas exigências. A diferença básica é que o imóvel não pode ter um valor acima de R$ 130 mil e os juros são menores que os financiamentos tradicionais. PORÉM, se aparecem outros juros ainda menores, vou correr atrás disso sim.

        Se a CEF me oferece um financiamento, posso pegar essa grana e depois fazer o que eu quiser. O banco não decide qual o destino do dinheiro. Se eu quiser beber tudo de cachaça é problema meu. Claro que, para pegar o financiamento no mesmo banco onde já tenho um, eles vão checar minha capacidade de pagar 2 empréstimos, e posso ser rejeitado pela “falta de margem”. A mulé da Caixa insistiu muito para eu levar meu contracheque pra ela ver.

        Mas uma vez com a grana “nova”, vou na minha agência e digo que quero quitar o antigo financiamento que tenho. Por que não poderia? Tem alguma coisa na lei dizendo que não pode? Duvido! Só banqueiro que pode se beneficiar do spread? Chupa sistema!

        Ainda que a CEF rejeite meu novo financiamento alegando a “falta de margem” (o que ela pode fazer), minha senhora pode pegar o financiamento com juro menor no nome dela, a gente quitar o antigo e ficar com o mais barato. Enfim, são os meus argumentos, argumentos e argumentos… hehehe

  10. andrebona on

    Cara, faça a tentativa, mas existe uma diferença entre financiamento e empréstimos.

    Financiamentos possuem destinação do recurso definida sim. Você nao pode usar como quer, uma vez que o imóvel (o mesmo vale para carro e outros tipos) é garantia da operação. Tanto é que no financiamento imobiliário, a grana NAO É depositada na sua conta, diferente do CDC. Ela é depositada direto na conta do vendedor, construtora, etc…

    Tem que verificar ainda se o my house my life não exige que apenas 1 imóvel por CPF possa ser financiado nas condições facilitadas. Em algumas linhas subsidiadas (as com recursos do FGTS por exemplo, são assim) há a limitação. Não é possível financiar 10 imóveis, nem com capacidade de pagamento. Somente 1.

    O que você pode fazer, se o imóvel estiver no seu nome exclusivamente, é simular uma venda dele para sua mulher. Aí, libera no nome dela, quitando o empréstimo anterior no seu nome. Na prática, se valer a pena, você simplesmente trocará o custo das parcelas por mais baratas pela nova taxa. É uma possibilidade.

    Foda é pagar novamente todas as taxas que terá que pagar de cartório, vistorias e etc. Até porque agora, o imóvel provavelmente não se enquadrará como “novo”, mas sim como “usado”. Outro ponto que deve ser observado, e que é observado, é sobre a comunicabilidade de bens. Dependendo do seu regime de casamento, o imóvel atual não é só seu, mesmo estando só no seu nome. Enfim, tem que olhar. O BB nesse ponto aí é criterioso pacas. Vc teria muitas dificuldades. Mas tenta lá e depois me conta.

  11. Bender on

    Pode crer. Tem essa diferença mesmo em casos específicos. Mas uma vez a sua grana na sua conta, um abraço.

    Sim, esse programa é apenas 1 imóvel por CPF. Mas se o matuto tiver capacidade de pagamento o banco financia 2 ou mais imóveis sim. E se o cara tiver MUITA capacidade, consegue juros baixíssimos.

    Pra vc ver a diferença no atendimento. Fui hoje na Caixa e uma outra moça me atendeu. Muito mais eficiente e simpática. Não tenho dúvidas, mais treinada. Fizemos umas 3 simulações, mas não adiantou muito, pois pouco mudou. Os juros do meu financiamento são bons, já estavam nesse nível de hoje, antes dessa queda.

    Ela ainda me alertou sobre toda a burocra que iria enfrentar novamente. Por ser “imobiliário”, não seria apenas trocar de financiamento. Finalizando um e començando outro, iria pagar de novo as infinitas taxas de cartório, impostos (ITBI), seguros… e ainda pagar para a Receita caso tivesse ganho financeiro nessa “troca”.

    Fiquei satisfeito. Era apenas isso que eu queria saber.

    • andrebona on

      A realidade nos bancos é essa. Vc será bem atendido se tiver sorte. Se a agência estiver vazia no dia e/ou se o termometro de atendimento ainda nao tiver alcançado 15 minutos de espera… rs…

  12. admwilliamcesar on

    Saiu uma manchete eletrônica da Revista EXAME que a Selic encerrará 2012 abaixo de 8% é o que preveem Citibank e Bank of America. Alguem viu? Cara, pelo o que vejo isso não esta dificil de acontecer não.

    @AdmWilliamCesar

    • andrebona on

      Isso está tão na cara, que se não fosse, nem precisariam mexer na poupança. Vai depender de algumas coisas: os indicadores economicos daqui, o agravamento ou não da crise européia e a evolução do IPCA.

  13. Bender on

    Pesquisa do Banco Central

    No cheque especial para pessoas físicas, a melhor taxa mensal colhida pelo BC foi a do Banco Prosper, de 2,11% ao mês. A pior, do trigésimo primeiro, foi a do Santander Brasil, em 10,34% ao mês.

    A melhor taxa do crédito pessoal, segundo o BC, foi do Banco BVA, com 0,73% ao mês.

    Caixa e BB apareceram com a 13ª e 32ª melhores taxas, respectivamente, de um total de 91 instituições consultadas, nesse caso. Bancos de montadoras ofereceram as cinco melhores taxas para financiar a compra de veículos, à frente do BB. Nessa linha, a Caixa teve a 23ª taxa mais atrativa, atrás de Itaú Unibanco, Bradesco e Santander Brasil.

    http://oglobo.globo.com/economia/mesmo-com-cortes-agressivos-bb-caixa-nao-tem-menores-juros-4853296

    E o último parágrafo da matéria bate com minha experiência pessoal e presencial relatada aqui nos comentários acima

    A Caixa ofereceu apenas a trigésima primeira melhor taxa, de um total de 38, para aquisição de bens.Ambos os bancos públicos têm sustentado que as taxas menores que têm oferecido são dirigidas a clientes com os quais têm maior relacionamento. Em várias das linhas, os juros mais baixos exigem como contrapartida que os clientes tenham conta corrente no banco. O argumento é que esse modelo permite ao banco manter maior controle sobre a inadimplência.

    • andrebona on

      O que é mto justo.

      Bender, sobre aquele seu questionamento de trocar de taxa, me lembrei de um outro motivo que torna inviável, muitas vezes, aquela operação. Basicamente, quando vc troca de taxa, o empréstimo inicial é trazido ao valor da quitação com desconto dos juros. E a partir daí é simulado um novo empréstimo com as novas taxas. Ocorre que o desconto dos juros para quitação do primeiro, obedece a uma regra definida pelo BACEN que é extremamente desfavorável ao consumidor quando os juros caem.

      Detalhei essa informação no artigo abaixo:

      http://andrebona.com.br/site/quero-quitar-um-emprestimo-como-e-calculado-o-desconto-dos-juros/

      Tenho me deparado DIARIAMENTE com essa situação. E na maioria dos casos não é vantagem para o cliente trocar a operação. E esse artigo expõe o principal motivo.

  14. admwilliamcesar on

    Vamos esperar o próximo relatório da inflação ao mercado do BACEN, para confirmar nossas expectativas.

    Eu ainda não pude ler na internet algum pronunciamento do Itaú e Bradesco sobre a redução de taxa de juros em suas linhas de créditos.

  15. […] Juros em queda é meio que normal ter uma pressão nos preços. Mas é meio que surpreendente também como nenhum dos especialistas cita a alta do dólar que já ocorreu em março e continuou em abril. De R$ 1,72 para R$ 1,91. A variação cambial de mais de 10% nesses 2 últimos meses encarece a produção, caros colegas. Like this:LikeBe the first to like this post. « Estratégia: “é dinheiro ou cartão?” […]

  16. […] Juros em queda é meio que normal ter uma pressão nos preços. Mas é meio que surpreendente também como nenhum dos especialistas cita a alta do dólar que já ocorreu em março e continuou em abril. De R$ 1,72 para R$ 1,91. A desvalorização cambial do Real frente ao Dólar de mais de 10% nesses 2 últimos meses encarece a produção, caros colegas. […]

  17. […] dos clientes que o Santander deseja atingir, mas o nível dessas taxas de juros* de hoje depois da panaceia alardeada de redução dos mesmos. Mudou alguma […]


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