A lição dos porquinhos

Continuam os desdobramentos da crise dos porcos europeus. O pacote saiu mas o tumulto está criado. Investidores otimistas e ressabiados praticamente ao mesmo tempo.

Desde a segunda metade do século XX, há um movimento para a formação de blocos econômicos, tratados, áreas de livre comércio e afins, com o propósito de “a união faz a força”. A União Européia (UE) é resultado da precursora Europa de um processo que culminou com a inédita moeda única (Euro) para a maioria de seus membros. Essa “novidade” trouxe o problema: uma política monetária única e cada país com sua própria política fiscal.

Sem coordenação não chega-se ao equilíbrio

Quem estudou Economia, conhece as curvas IS-LM. Ou seja, deve haver equilíbrio entre os lados fiscal e monetário. E para tal, faz-se necessário coordenação entre tais políticas das economias que compõem o bloco. É o que  (não) acontece com a Grécia, Espanha e outros. Acumularam  dívidas gastando demais, sem cobertura.

Mesmo ainda não finalizada (quando estará?), a atual crise deixa uma lição básica para blocos econômicos e para os países em geral: acabou a farra dos exacerbados gastos públicos.

“Nunca antes na história desse país”, esse exemplo serviu tão bem para certos governos.

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