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Michel Teló – Piso R$ 400 mil
Saiu na coluna de hoje do Ancelmo Gois no Globo
Assim você me mata
Michel Teló fechou contrato de uns R$ 50 mil, há quatro meses, antes de “Ai, se eu te pego” explodir, para cantar dia 18 agora na Abaeté Folia, em Minas.
O que se diz é que a produção de Teló teria oferecido R$ 350 mil pela rescisão. Mas o show está confirmado.http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/
Além de abrir mão dos R$ 50 mil contratados, Teló ainda oferece R$ 350 mil para não comparecer.
Parece que quem contratou o show não aceitou. Bom… o show do novo fenômeno do “sertanejo universitário” vale pelo menos R$ 400 mil.
TVs por assinatura
O Mundo é dos Nets. Ou da Sky, HDTV é isso!
Nada demais. Apenas para guardar o gráfico*.
Mas… percebe-se que outras grandes vão chegando para brigar nesse mercado. 154 operadoras é um número, de certa forma, relevante para um oligopólio. Tais operadoras estão focadas nos milhões de consumidores brasileiros. Um mercado, inclusive, em expansão.
Considere que apenas 10% da população brasileira teria poder de compra. O mercado interno brasileiro seria de 20 milhões de consumidores. Isso já é quase meia Inglaterra. Mas sabemos que o número é maior que esse. As TVs fechadas vão ainda crescer.
Se a Net não fechar seu capital** até vale uma aposta na compra de um lote de suas ações.
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* Na década de 1990, quando queria guardar gravuras de jornais ou revistas, tinha que recortar e colocar numa pasta de plástico. Nos anos 2000 salvava no “winchester” (HD hoje) clicando em “salvar imagem como”. Na década de 2010 posto no blog, ferramenta que, além de outras vantagens, facilita na hora de procurar.
** Quando a parada começa a dar dinheiro, muitos acionistas atrapalham.
Conclusão da falta de tempo
Muitos acontecimentos rolando. Não é novidade que o mercado está aquecido. Fica complicado atualizar o Barecon da forma que deveria. Parece desculpa. E é mesmo. Tanto que estou aqui agora escrevendo. De qualquer forma deve-se verificar a causa do problema.
Sempre escutamos por aí reclamações diversas, mas a que está na moda há tempos é a tradicional “o dia está cada vez mais curto”. O que não deveria acontecer pois a tecnologia aproxima lugares e pessoas cada vez numa maior velocidade. O dito popular no mundo contemporâneo é que não dá tempo de “fazer tudo”. Portanto, há uma incompatibilidade nessas questões. Coloca-se no papel na tela e apura-se…
Especialistas da área ainda divergem sobre a necessidade de horas-sono por dia. Uns recomendam as tradicionais 8 horas, outros dizem que 6 são satisfatórias. A maioria concorda que a necessidade varia de pessoa pra pessoa. Então, ficaremos com a média de 7 horas nos braços de Morpheu.
O trabalhador celetista (aproximadamente 80% do mercado de trabalho no Brasil, segundo o Sebrae) cumpre 9 horas por dia. 8 na labuta mais 1 de almoço. Em geral, leva 1 hora e meia no transporte até a empresa, escritório ou similar. Contando ida e volta chega-se a 3 horas diárias de deslocamento. Todo mundo vaza assim que o sinal bate às 18:00, mas ninguém acorda já indo direto ao trabalho. Ou seja, mais 1 hora para o café da manhã, “refeição mais importante do dia”. Total de 13 horas em função do trabalho – não considerando o pessoal que ainda leva para casa ou faz horas extras, pois o “homem tá cobrando”.
Descontando das 24 horas diárias, as 7 do sono e 13 do ganha-pão, sobram 4 horas para atividades extra-curriculares. São 4 horas que muitos ainda gastam para o aprimoramento profissional fazendo curso, Faculdade, pós-graduação. São as mesmas 4 horas para praticar algum esporte ou ir à academia, pois “devemos cuidar da saúde”. Ir num show, ao cinema, ou teatro porque “cultura é importante”. Escrever blog ou no Facebook. Ou beber cerveja, ou fazer o que traz satisfação, simplesmente “porque eu gosto”. Quem tem filho ainda infanto, pode esquecer, as 4 horas serão para eles.
Portanto, ou as pessoas estão se comprometendo com muitas atividades para um único dia, ou o problema é o trabalho, que ocupa 76% do tempo que estamos acordados. “Mas e os recebíveis provenientes dele que proporcionam o ciclo econômico, que traz a satisfação e faz a roda girar?” Conclusão: se você não for rico, é pobre. Então relaxa. Pobre tem mais é que trabalhar.
Estratégia: mudando o assunto
Pode ser numa reunião com um relevante cliente ou fornecedor; numa discussão sobre uma promoção com seu superior; ou mesmo numa entrevista de emprego:
Quando tiver uma resposta positiva sobre sua demanda, mudar o foco da conversação costuma funcionar.
Sem ser blasé e nem muito entusiasmado, comente sobre futebol, carnaval, música. Ou, naturalmente, pergunte sobre o filme da moda, aquela viagem… ou qualquer outro tema fora do escopo da labuta na qual estão envolvidos. Se tiver algum conhecimento sobre as preferências do seu demandado, aumenta a chance do seu sucesso na negociação.
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