O Risco ficou de lado
O movimento que ocorre hoje nas economias foge ao padrão normal (se isso existir) do mercado financeiro.
Culminou com a crise do Subprime em 2008, onde o FED salvou alguns bancos e investidores. No Brasil se apresentou de uma forma mais branda e, agora, volta com força na questão da crise européia.
O investidor é por definição aquele que investe. E mais que investidores, os participantes do mercado financeiro, são especuladores. Estão lá para buscar maior rentabilidade dos seus ativos e, por consequência, correr maiores riscos. Porém, esse risco não está sendo respeitado em prol de se evitar uma maior catástrofe.
Quando um governo usa recursos públicos para salvar grandes bancos e instituições privadas, está arrancando o dinheiro do contribuinte para pagar “bônus” aos que especularam e perderam. Quando tais investidores ganham seus rios de dinheiro por uma aposta acertada, a bufunfa é dividida com a sociedade?
O risco sempre existe. Ou, pelo menos, deveria.

[...] Poucas pessoas, famosas ou não, possuem até mais que tal quantia, porém continuam trabalhando. São taxadas de malucas por isso. A conta mais tradicional feita é do rendimento de 0,50% da poupança. Não há como fugir do pensamento de R$ 575.000,00 todo mês pingando na sua conta sem fazer esforço e com risco zero. [...]
[...] parece que a Instituição que especula no mercado vai pro saco mesmo. O FED ficou inibido pelo nosso alerta e já suspendeu a MF Global das operações nos EUA. Mas pelo tamanho das Instituições não deve [...]
[...] Ou seja, de meados de 2005 até hoje, quem aplicou R$ 500 mil recebendo CDI chegou em 2011 ostentando a alcunha de “milionário”. E com risk free. [...]